O que produzimos
- Vídeo institucional: de dois a quatro minutos, apresenta a empresa, a equipe e o que ela faz. Serve para site, apresentação comercial e LinkedIn.
- Reels e vídeo vertical: peças curtas para Instagram, TikTok e YouTube Shorts, gravadas em lote numa mesma diária.
- Podcast e videocast: gravados no estúdio da NYX, com cortes para redes a partir de cada episódio.
- Cobertura de evento: treinamentos, palestras, convenções e lançamentos, com vídeo-resumo e entrevistas.
- Depoimentos: clientes, beneficiários ou colaboradores falando com as próprias palavras, a partir de uma pauta de perguntas.
- Foto: retrato de equipe, produto, ambiente e evento.
- Transmissão ao vivo: para YouTube, LinkedIn ou plataforma privada.
Estúdio de podcast próprio
O estúdio da NYX foi montado para videocast: várias câmeras, microfones dedicados para cada convidado e corte ao vivo. O áudio usa microfones Shure SM7B e MV7 e mesa Zoom LiveTrak L-8. A troca de câmeras é feita numa mesa de corte ATEM, que também permite transmitir enquanto grava. Como reservar, o que tem no estúdio e o que entra em cada modalidade estão na página do estúdio de podcast em Brasília.
Um episódio de uma hora costuma render, além do vídeo completo, vários cortes verticais para a semana inteira de redes. É uma forma eficiente de manter frequência sem gravar todo dia. Explicamos mais sobre o formato em por que produzir conteúdo com podcast.
Equipamento
Todo o equipamento é da NYX, o que facilita agenda e evita custo de locação a cada gravação.
| Área | Equipamento |
|---|---|
| Câmeras | 2 Sony FX30, 2 Sony A7 IV e 2 Sony A7 III, com captação em 4K |
| Áudio | 4 Shure SM7B, 2 Shure MV7 e mesa Zoom LiveTrak L-8 |
| Corte e transmissão | Mesa de corte ATEM Mini Pro |
| Edição | MacBook Air M4, Mac mini M4 e Alienware R15, em fluxo Mac e Windows |
Filmagem e cobertura de evento em Brasília
Brasília concentra congressos, encontros de associações, treinamentos de órgãos públicos e convenções de empresas que atendem o governo. Esse tipo de evento costuma acontecer em centros de convenções, hotéis do Setor Hoteleiro e auditórios da Esplanada.
Para evento, montamos a equipe pelo tamanho da programação: uma câmera para registro de palestra, várias câmeras com mesa de corte para plenária e transmissão. A entrega pode incluir a gravação integral de cada fala, um vídeo-resumo e fotos. Quando combinado, cortes curtos saem em prazo menor, para publicar enquanto o evento ainda é assunto.
Vertical, reels e entrega por formato de rede
O mesmo vídeo raramente serve para todas as telas. Por isso planejamos o enquadramento na gravação, e não só na edição:
- 9:16 para Reels, TikTok, Shorts e stories, com texto fora das áreas cobertas pelos botões do aplicativo.
- 4:5 ou 1:1 para feed do Instagram e LinkedIn.
- 16:9 para YouTube, site, apresentação e telão.
Todas as versões saem com legenda, porque muita gente assiste sem som, no ônibus ou no trabalho. Se o vídeo vai alimentar um calendário de conteúdo, a gestão de redes sociais da NYX planeja as gravações junto com as publicações.
Vídeo para anúncio: o que muda na gravação
Anúncio pago tem poucos segundos para prender a atenção. Na gravação, isso muda a ordem das coisas: a primeira fala ou o primeiro plano precisa dizer o problema ou a oferta sem preâmbulo, porque quem rola o feed decide em instantes se continua. Por isso vale gravar três ou quatro aberturas diferentes para a mesma mensagem, na mesma diária.
Testar aberturas exige gravar com essa intenção desde o roteiro. Uma pessoa dizendo a mesma frase de três jeitos, ou um produto filmado em três ângulos, rende peças diferentes sem repetir a diária inteira. A equipe que grava conversa com quem roda os anúncios no DF, na área de gestão de tráfego pago, para decidir quais aberturas valem o teste antes de a verba ser distribuída. O texto na tela também entra no plano, porque boa parte de quem assiste não ouve o áudio. A frase principal aparece escrita, em tamanho legível, e a chamada para ação fica clara no fim, em fala e em texto, dizendo o que a pessoa deve fazer.
Durações também mudam por posicionamento. Um corte curto, de poucos segundos, costuma caber melhor no feed e nos stories. Peças de 30 segundos ou mais rendem melhor com quem já demonstrou interesse, como quem visitou o site na semana anterior.
Onde colocar o vídeo institucional: site ou YouTube
Subir o arquivo do vídeo direto no servidor do site pesa a página, e no celular o carregamento fica lento. O caminho comum é publicar o vídeo no YouTube e incorporá-lo na página com o player do próprio YouTube. Assim o visitante assiste sem baixar o arquivo inteiro, e a página continua leve mesmo com sinal fraco.
No YouTube, a busca começa no título e na descrição. Use as palavras que o cliente digitaria para encontrar a empresa, com o serviço e a cidade, sem empilhar termos. A miniatura precisa ser feita para a peça, com rosto ou produto legível, e não ser um quadro qualquer tirado do vídeo. Envie a legenda em arquivo separado: ela ajuda quem assiste sem som e melhora a acessibilidade.
Capítulos facilitam a vida de quem procura só uma parte. Eles são marcações de tempo escritas na descrição, cada uma com um título curto. Segundo a ajuda oficial do YouTube, a primeira marcação precisa ser 0:00, são necessárias pelo menos três em ordem crescente e cada capítulo deve durar no mínimo 10 segundos. Os detalhes estão na página de ajuda do YouTube sobre capítulos. Quando o vídeo precisa de uma página própria para recebê-lo, a NYX monta essa página no serviço de criação de sites em Brasília.
Roteiro antes da câmera
A maior parte dos vídeos fracos já nasce fraca no papel. Antes de qualquer diária, definimos a mensagem principal, quem fala, o que aparece na tela e qual ação se espera de quem assiste.
Para depoimentos, preparamos perguntas em vez de texto decorado. A resposta sai natural e a edição monta a história. Para ONGs e projetos com termo de fomento, o roteiro já prevê as regras de identidade visual e de citação dos parceiros exigidas no projeto.
Videomaker, produtora de vídeo ou agência: como escolher
Tamanho do projeto e integração com o resto da comunicação decidem qual modelo faz sentido. Em Brasília aparecem três formas de contratar, e cada uma entrega um tipo diferente de trabalho.
Videomaker autônomo é uma pessoa que grava e edita. Serve bem a gravações simples e a orçamentos curtos, mas a agenda depende só dela, e um compromisso marcado em cima de outro pode travar o prazo. Produtora de vídeo tem equipe e equipamento voltados ao vídeo. Faz sentido em projetos grandes, com várias locações, elenco ou evento com muita captação.
Agência com produção própria é o modelo da NYX. O vídeo nasce ligado às redes, aos anúncios e ao site, e a mesma equipe planeja a gravação, grava e publica. Isso reduz a troca de arquivos entre fornecedores, mas não dispensa uma produtora quando o projeto pede estrutura de grande porte.
| Modelo | Quem faz | Quando faz sentido |
|---|---|---|
| Videomaker | Uma pessoa que grava e edita | Gravação simples, orçamento curto, peça única |
| Produtora | Equipe e equipamento voltados ao vídeo | Projeto grande, muitas locações, evento com captação extensa |
| Agência com produção própria | Equipe que planeja, grava e publica | Vídeo que precisa render nas redes, nos anúncios e no site |
Antes de fechar, peça a cada fornecedor um trabalho parecido com o seu e pergunte quem escreve o roteiro, quem edita e quem responde quando um prazo escorregar.
Gravar em Brasília: o que considerar
A cidade é fotogênica, mas tem particularidades. Gravações em áreas públicas e prédios do conjunto tombado do Plano Piloto podem exigir autorização prévia do órgão responsável, e a pré-produção cuida desse pedido. O espaço aéreo da área central tem restrições, o que limita imagens aéreas.
O clima também entra no planejamento. Entre agosto e setembro, a luz do meio-dia é dura e o vento atrapalha o som externo, então preferimos o começo da manhã ou o fim da tarde. Na época de chuva, toda diária externa tem plano alternativo coberto.