Consultoria, agência ou freelancer: quem executa o quê
A diferença está em quem coloca a mão na massa. Na consultoria, a equipe da empresa executa e a NYX orienta, revisa e mede. Na agência, a própria agência produz, publica e anuncia. No freelancer, uma pessoa cuida de tarefas específicas. Nenhum modelo serve para todos os casos, e a escolha depende de quem tem tempo e conhecimento dentro da empresa.
| Modelo | Quem executa | Para quem serve | Como costuma ser cobrado |
|---|---|---|---|
| Consultoria | A equipe da empresa, com orientação externa | Quem tem equipe interna e precisa de direção, plano e revisão | Escopo fechado: diagnóstico e plano pontuais, ou acompanhamento mensal |
| Agência | A própria agência, em produção, publicação e anúncios | Quem não tem equipe para executar ou prefere terceirizar | Mensalidade por escopo de entregas, com a verba de anúncio paga às plataformas |
| Freelancer | Uma pessoa, em tarefas específicas | Demandas pontuais ou orçamento muito pequeno | Por tarefa ou por hora, com o ritmo limitado à disponibilidade de quem executa |
Quem contrata consultoria e percebe que não tem como executar pode migrar para a agência. O caminho inverso também acontece, quando a equipe interna cresce e passa a dar conta da execução.
Para quem é a consultoria de marketing digital
A consultoria serve melhor a quem já tem alguma estrutura e precisa de método. Cinco perfis costumam se encaixar:
- Empresas com equipe de marketing interna que precisa de direção, prioridades e um plano escrito.
- Donos que fazem o próprio marketing e querem parar de decidir no improviso.
- Empresas que já têm agência e querem uma segunda opinião sobre resultados, contratos e escopo.
- Franquias e redes com várias unidades no DF, que precisam padronizar o que cada loja publica e como mede.
- Organizações do terceiro setor com termo de fomento ou de colaboração (MROSC), que precisam organizar a comunicação do projeto e os registros para a prestação de contas.
O que é entregue e como o plano é usado no dia a dia
O trabalho começa pelo diagnóstico, que olha os canais que já existem: site, Perfil da Empresa no Google, redes sociais, anúncios e o caminho que leva o cliente até a conversa no WhatsApp. A análise da concorrência entra nessa etapa, e o método está em análise da concorrência: conhecer e vencer concorrentes. Com o diagnóstico pronto, a empresa sabe onde estão as perdas antes de gastar mais verba.
O plano de 90 dias vem depois. Ele tem objetivo, prioridades, responsáveis e prazos escritos, para que o dono e a equipe leiam a mesma lista. Cada ação diz quem faz, até quando e como se sabe que deu certo. Quando a parte de busca no Google entra no plano, ela segue o que está em SEO em Brasília.
No dia a dia, o plano funciona como roteiro de reunião: o que estava previsto, o que saiu, o que travou e por quê. Na reunião mensal, revisamos os indicadores e ajustamos as prioridades para o mês seguinte. Se a equipe já trabalha com Scrum, as ações do plano entram nas sprints que ela já faz, sem reunião a mais. A equipe interna leva o treinamento para a rotina, com as dúvidas tratadas no canal combinado na proposta.
Quais indicadores acompanhar em um negócio local do DF
Para um negócio que vende para gente da região, o que importa é o contato que chega, não a curtida. Os indicadores que a consultoria acompanha são estes:
- Contatos no WhatsApp: conversas iniciadas a partir do site, do perfil e dos anúncios, separadas por origem.
- Ligações, pedidos de rota e cliques no site vindos do Perfil da Empresa no Google, que o próprio painel do perfil mostra.
- Custo por contato: a verba gasta em anúncio dividida pelos contatos recebidos no mesmo período.
- Taxa de fechamento: quantos contatos viram venda ou atendimento marcado. Essa medida é da própria empresa, porque só ela sabe o que acontece depois da conversa.
Antes do diagnóstico, não definimos número de meta. A meta sai da linha de base medida no seu negócio, e não de um número genérico de mercado.
Um exemplo hipotético: uma loja de móveis em Taguatinga
Este é um exemplo hipotético, para mostrar como o trabalho costuma andar. Não é um caso real da NYX.
Imagine uma loja de móveis em Taguatinga com uma pessoa de marketing na equipe, anúncios no Meta rodando há meses e um site antigo. O diagnóstico mostra três coisas: o Perfil da Empresa no Google está sem fotos recentes e com a categoria errada, o site não tem página para a busca por sofá em Taguatinga, e os anúncios levam para a página inicial, sem botão de WhatsApp.
O plano de 90 dias, então, fica com três frentes: corrigir a ficha do Google no primeiro mês, criar uma página por tipo de produto no segundo e testar anúncios direcionados para essa página no terceiro. A cada reunião mensal, a equipe da loja compara o custo por contato e a taxa de fechamento com o mês anterior.
Análise gratuita ou consultoria completa: qual a diferença
A análise gratuita é a porta de entrada. É uma primeira leitura do seu site, do Perfil da Empresa no Google e dos anúncios, sem compromisso, para indicar se faz sentido aprofundar. Ela não substitui o diagnóstico, que é o trabalho completo: acesso às contas, conversa com quem atende o telefone e análise dos concorrentes diretos.
Você pode pedir a análise pelo formulário desta página ou pelo WhatsApp. As reuniões são por videochamada ou presenciais em Brasília, combinadas antes.
Consultoria com equipe interna, agência ou as duas
Para quem já tem agência, a consultoria funciona como segunda opinião: revisamos o escopo, os relatórios e as campanhas, e apontamos o que a agência deveria estar entregando. Para quem não tem agência, a consultoria prepara a equipe para executar sozinha.
Também existe o modelo misto. A consultoria define a estratégia e treina a equipe, e um fornecedor executa o que é especializado, como vídeo ou tráfego. Quando a execução vai para uma agência de marketing digital em Brasília, a consultoria ajuda a montar o escopo do que terceirizar, para que a empresa não pague duas vezes pelo mesmo trabalho. Se a verba for de anúncios, a gestão de tráfego pago entra como serviço separado.
O que a consultoria não faz
- Não garante primeira página nem posição no Google. Ninguém controla o algoritmo, e o trabalho segue as diretrizes públicas da busca.
- Não compra links, avaliações ou seguidores, e não usa perfis falsos.
- Não substitui a execução quando a empresa não tem ninguém para fazer o plano acontecer. Nesse caso, a conversa é sobre agência.
Um dos métodos que costumam aparecer no diagnóstico é a análise SWOT, com forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Você pode conhecer a ferramenta em o que é SWOT: o guia completo.