Quanto cobra um social media em 2026: faixas e o que está incluso

Veja quanto cobra um social media em 2026, o que muda o preço (redes, vídeo, atendimento, tráfego) e o que pedir na proposta antes de contratar.

Por Redação NYX MarketingPublicado em 4 min de leitura

Quanto cobra um social media por mês?

Não existe tabela oficial. Não há piso fixado por lei nem por conselho para quem presta esse serviço, então o preço vem do mercado. A calculadora de preços do Freelas sem Crise, por exemplo, indica uma média de R$ 800 a R$ 5.000 por cliente ao mês em 2026, e recomenda cobrar mensalidade com escopo fechado em vez de post avulso. Blogs de profissionais da área, como o da comunidade SMAM, trazem faixas parecidas: de uns R$ 800 a R$ 1.500 para quem está começando até R$ 4.000 ou mais para profissionais sêniores.

Trate esses números como referência de conversa, não como régua. São levantamentos de blogs e calculadoras, não pesquisas oficiais, e variam com a cidade, o nicho e o que o contrato entrega. Uma proposta de R$ 600 e outra de R$ 4.000 raramente cobrem a mesma coisa.

O que muda o preço de um social media?

Seis fatores explicam quase toda a diferença entre duas propostas:

  • Número de redes: Instagram sozinho custa menos que Instagram, TikTok, LinkedIn e Facebook juntos, porque cada rede tem formato e rotina próprios.
  • Volume de posts: 8 publicações por mês e 20 não dão o mesmo trabalho. Pergunte quantos feeds, quantos stories e quantos vídeos curtos entram.
  • Vídeo: Reels e TikTok exigem roteiro, captação e edição. É o item que mais pesa no preço.
  • Atendimento de comentários e direct: responder pessoas todos os dias é trabalho diário. Alguns contratos incluem, outros cobram à parte.
  • Fotografia e captação: se o profissional vai até a loja, ao consultório ou ao canteiro de obras, a visita tem custo.
  • Tráfego pago: gerir anúncios é outra especialidade. Pode vir junto ou separado, e a verba dos anúncios nunca está no preço da gestão.

Freelancer ou agência: qual a diferença de preço?

O freelancer costuma ser mais barato e mais próximo. Em compensação, é uma pessoa só: se ela adoece, tira férias ou pega clientes demais, o seu perfil para. Também é raro que ele reúna, sozinho, estratégia, design, vídeo e anúncios no mesmo nível.

A agência cobra mais porque divide o trabalho entre especialistas e tem quem cubra a ausência de alguém. Faz sentido quando a empresa precisa de vídeo regular, de campanha e de relatório, e não só de calendário de posts. Para uma loja pequena que quer apenas manter o perfil ativo, um bom freelancer atende bem.

CritérioFreelancerAgência
Preço mensalGeralmente menorGeralmente maior
ContinuidadeDepende de uma pessoaEquipe cobre ausências
Vídeo e designVaria muitoCostuma ter time próprio
Tráfego e relatóriosNem sempre inclusoCostuma ser parte do escopo
ContatoDiretoPor um responsável de conta

O que pedir na proposta antes de fechar?

Use esta lista. Se a proposta não responde a um item, pergunte antes de assinar:

  1. Quantos posts de feed, stories e vídeos por mês, em quais redes.
  2. Quem cria a arte e o vídeo, e se há gravação presencial.
  3. Quem responde comentários e mensagens, e em que horário.
  4. Se a gestão de anúncios está incluída e quem paga a verba.
  5. Prazo de aprovação do conteúdo: você aprova antes de publicar?
  6. Que relatório chega, com que frequência e com quais números.
  7. Quem é dono das contas, das artes e dos arquivos se o contrato acabar.
  8. Prazo mínimo do contrato e regra de cancelamento.

Conta ilustrativa: quanto sobra para o conteúdo?

Os números a seguir são só um exemplo para entender o raciocínio. Imagine um profissional que precisa de R$ 4.000 líquidos por mês e atende cinco clientes, gastando cerca de 25 horas por cliente. Cada cliente precisaria render por volta de R$ 800 só para pagar o salário dele, sem imposto, ferramenta, computador ou férias. Por isso mensalidades muito abaixo disso costumam vir com poucos posts, arte de modelo pronto e quase nenhum acompanhamento.

Preço baixo não é erro por si só. O problema é comprar um pacote barato esperando o resultado de um pacote completo. Compare o que cada proposta entrega, e não só o valor final.

Como comparar três propostas sem se perder?

Monte uma planilha simples com uma linha por proposta e as colunas: valor mensal, posts de feed, stories, vídeos, redes, atendimento de comentários, captação presencial, anúncios, relatório e prazo do contrato. Divida o valor pela quantidade de entregas para ter o custo aproximado de cada uma. Muita gente descobre que a proposta mais cara, por entrega, é a mais barata no total, porque já inclui o que as outras cobram à parte.

Peça também um exemplo real de relatório e dois perfis que o profissional já gerencia. Olhe se o conteúdo tem rotina, voz própria e resposta aos comentários. Perfil bonito e abandonado nos comentários mostra como será o seu.

Vale contratar fora da sua cidade?

Vale. Reunião por videochamada, aprovação de conteúdo por WhatsApp e material enviado por link resolvem boa parte da rotina. A exceção é a captação presencial: se você quer fotos e vídeos na sua loja em Taguatinga ou em Águas Claras, procure alguém que consiga ir até lá ou combine um dia de gravação. Para detalhes do serviço, veja a página da agência de redes sociais em Brasília e, para entender a função, o texto sobre o que faz um social media. Se a dúvida é o orçamento geral de marketing, há também o guia de quanto custa uma agência de marketing digital.

Perguntas frequentes

Quanto cobra um social media iniciante?

Guias de 2026 citam algo na faixa de R$ 800 a R$ 1.500 por cliente ao mês para quem está começando. Costuma vir com poucos posts, arte simples e pouco acompanhamento. Peça portfólio e confira o que a proposta inclui.

Tráfego pago está incluso no preço do social media?

Em geral não. Gerir anúncios é uma especialidade à parte e muitos contratos cobram separado. A verba dos anúncios, paga direto à plataforma, nunca entra na mensalidade. Confirme na proposta o que está incluso.

Social media cobra por post ou por mês?

O mais comum é mensalidade com escopo fechado, porque o trabalho vai além do post: planejamento, resposta a comentários e relatório. Preço por post avulso serve para demandas pontuais e costuma sair mais caro no total.

Vale mais a pena freelancer ou agência?

Depende da necessidade. Para manter um perfil ativo com baixo custo, um bom freelancer atende. Para vídeo regular, campanha e relatório, a agência divide o trabalho entre especialistas e garante continuidade.

Posso contratar um social media de outra cidade?

Pode. Reuniões por videochamada e aprovação por WhatsApp funcionam bem. Só a captação presencial exige combinar viagem ou um dia de gravação, então confirme isso na proposta.

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